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No próximo dia 23 de Novembro, participarei como orador no I Congresso Empresarial do Noroeste Peninsular, subordinado ao tema “Fusões e Aquisições Transfronteiriças de Empresas e Negócios numa Perspectiva Atlântica”.
Entre as principais questões a que o congresso responderá encontram-se as de como aumentar as relações económicas entre a Galiza e o Norte de Portugal, como financiar novos projectos transfronteiriços, como avançar para novos mercados e como desenvolver novas actividades em parceria.
Pelas 9.30 estarei presente num painel com o tema "Aspectos jurídico-fiscais e apoios financeiros à cooperação transfronteiriça".
Para mais informações, visite o seguinte link
Pode também consultar o folheto promocional aqui (ficheiro .pdf - 3,86Mb)
![]() Dr. José Fernando Figueiredo presidente da SPGM |
O sistema nacional de garantia mútua promove no próximo dia 26 de Novembro, em Lisboa, a terceira edição do Fórum Empreendedorismo subordinada ao tema “Estratégias para o relançamento das PME na saída da crise”.
A iniciativa, que decorrerá no Centro de Congressos de Lisboa (antiga FIL), tem a sessão de abertura marcada para as 10h30 a ser presidida pelo ministro da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento, José Vieira da Silva.
Os trabalhos do Fórum, que prosseguirão ao longo de todo o dia, desdobram-se em dois painéis e contam com a presença de mais de 1000 participantes, entre empresários, gestores, representantes das associações empresariais, de organismos do Estado e da banca.
Saiba mais em http://www.forumempreendedorismo.org/
"É com enorme satisfação que a GESVENTURE acolhe, em Lisboa, a sua 11ª Sessão do Encontro Gesventure.
Para este 11º Encontro elegemos a “Internacionalização” como tema central do debate, o qual consideramos possuir interesse acrescido na actualidade, tendo em conta os desafios e oportunidades colocados neste domínio pela actual crise económica mundial às Organizações que não podemos deixar de aproveitar.
Efectivamente, tendo em conta a dimensão do mercado nacional, para muitas empresas portuguesas a estratégia da internacionalização é a única resposta possível para continuar a crescer numa aposta geradora de acréscimos de competitividade.
Este Encontro Gesventure, permitirá reflectir sobre experiências que aqui hoje serão partilhadas por algumas empresas portuguesas que tiveram o mérito de conseguir alcançar eficiências globais e acesso a novos mercados, bem como tirar conclusões que serão, seguramente, de grande valor para as gerações vindouras.
A Gesventure tem sido um exemplo da postura de aprender e de criar valor através do relacionamento com parceiros internacionais, internalizando conhecimento e incorporando-o nas rotinas correntes de actuação. O seu mais recente exemplo desta postura traduziu-se na adesão, em 2008, à Translink, uma prestigiada rede financeira internacional especializada em operações de M&A.
Na Gesventure, sempre tivemos consciência desta aldeia global cuja dinâmica não se compadece com soluções esgotadas e preconceitos localistas.
É preciso ter a clara consciência de que “o mundo encolheu nas distâncias e alargou-se nas oportunidades”, pois estamos todos mais próximos, mais informados e mais abertos à inovação.
Os novos desafios exigem que estejamos mais aptos e mais capazes para aproveitar plenamente essas oportunidades.
O modelo de desenvolvimento com que hoje as Organizações se deparam assenta numa ideia simples: Não se pode olhar apenas para os limites territoriais do país onde nos encontramos, como se nada mais se passasse para além dele. As estratégias locais têm de ser integradoras e de base territorial alargada!"
Excerto do 'Discurso de Abertura', proferido por mim no início do XI Encontro Gesventure que se realiza hoje.
O Encontro Gesventure volta a superar as expectativas, contando a edição deste ano com mais de 150 inscrições até ao momento.
Gostava de dar especial destaque para o 1º Painel, que terá inicio por volta das 9.30 e que contará com:
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Catroga, Eduardo Chairman da SAPEC Ministro das Finanças do XII Governo Constitucional |
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Duque, João Professor Catedrático no ISEG Presidente do Instituto Superior de Economia e Gestão, para o quadriénio 2009/2012 |
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Piriquito, Horácio |
e de Manuel Avelino de Jesus, Professor Catedrático e director do ISG.
Ao longo o dia de amanhã, deixarei aqui informação sobre o XI Encontro Gesventure, discursos, apresentações e conclusões, pelo que poderá acompanhar este evento mesmo não podendo estar presente.
O XI Encontro Gesventure é já na próxima 5ª Feira e o prazo para inscrições no Elevator Pitch está a terminar.
Não perca esta oportunidade de apresentar o seu projecto a vários investidores.
Apresentações de 5 minutos. As apresentações decorrem de forma intercalada com a agenda do congresso, e têm como objectivo não só dar a conhecer ao público em geral novas oportunidades de negócio emergentes, mas também transmitir um pouco do espírito empreendedor que existe no nosso país. Esta é uma iniciativa inovadora em Portugal, tendo já sido introduzida no nosso país nos últimos eventos organizados pela Gesventure e com resultados muito positivos.
Consulte o capital já angariado através de eventos anteriores em http://www.gesventure.pt/11encontro/capi
Para mais informações visite o site do XI Encontro Gesventure.
Artigo de Ted Rogers publicado no seu blog VC Brazil 5/11/09.

http://twitter.com/vcbrazil
«One of the most common misunderstandings between entrepreneurs and investors stems from the difference between a great company and a good VC investment. The two are often quite different.
Remember that VCs are judged by one thing and one thing only: return on investment. Limited partners – investors in venture capital funds – generally want VC fund managers to provide at least a 25% internal rate of return (IRR); in Brazil it is perhaps 30% (25% + 5% risk premium).
A 25% IRR roughly equates to making 9 times your investment over a period of 10 years.
Again, this is the bare minimum and no VC wants to hold an investment for 10 years. (The average holding period for VC investments is now around seven years — even seven years is considered a painfully long time.)
Achieving an IRR of 25% or better means finding companies that can have huge “exits”, which often means taking a risk on unstable but high-potential companies and passing on solid, consistent companies.
For example, assume that Entrepreneur Y builds Company X to $20 million in revenue, 15% annual growth and 10% EBITDA margins. By most measures, Company X is a great success and Entrepreneur Y has probably sacrificed much of his/her time, money and relationships in building it. Entreprenuer Y would probably wonder, then, why Company X would NOT be of interest to most VCs.
Look at the math:
- Asssume the VC invests $5,000,000 at a valuation of 2x revenue, or $40,000,000 (this is 13x EBITDA – a high multiple)
- The VC now owns 11% of the company ($5,000,000/($40,000,000 + $5,000,000))
- Company X continues to grow at 20% per year until, in year ten, they are purchased by a larger competitor
- The competitor purchases Company X at a valuation of 2x revenue, or $206 million
- Assuming the VC has not been diluted by other investors, their initial investment returns $23 million. Pretty good, right?
- Wrong. The IRR for the investment is 18%, well below an acceptable minimum.
This example is oversimplified but conveys the basic idea: an excellent company does not necessarily make a good venture investment. To make a good venture investment, a company needs to have exponential growth, which in turn leads to a huge valuation when it is acquired or IPOs.
VC is a game of “hits”. More specifically, a game of many failures and a few huge hits. It is not a game of moderate investments in moderate companies.
That is why you often see VCs making many speculative investments that, in retrospect, appear ill-advised – they have to take risks in hopes of finding a few huge successes and this leads to a lot of failures but, hopefully, also to a Skype, EBay or Google.
Artigo muito interessante sobre Realidade Aumentada em português do Brasil pelo site BizRevolution:

«Esse negócio de realidade aumentada é assustador e fascinante. As primeiras notícias sobre esse assunto datam dos anos sessenta. Agora, a computação está pronta para entregar essa tecnologia comercialmente.
Como já disse dezenas de vezes, eu tenho pena de quem não trabalha ou não tem relação com a indústria de tecnologia. Ela vai dominar tudo.
Tudo vai ser engolido. A lâmpada inventada por Thomas Edison será engolida por uma tecnologia capaz de criar luz digitalmente. A tinta da Suvinil usada para pintar o chão das ruas será substituida por uma luz digital que mostra digitalmente qual o melhor sinal para aparecer no chão das ruas no momento certo na hora certa. Nós teremos diferentes sinais na rua dependendo do movimento e da necessidade da comunidade.
E isso vai acontecer dentro dos próximos anos.
Eu falo hoje de Realidade Aumentada do ponto de vista empreendedor. Existe uma oportunidade no ar. RA é um novo negócio em um novo campo para quem é maluco o suficiente para pegar essa coisa desde o princípio e desbravar mercados.
O americano Gary Hayes criou um gráfico muito bacana que mostra 16 diferentes modelos de negócios possíveis de empreender com relação a Realidade Aumentada.
Confira:»
Artigo completo e vídeos de exemplo em BizRevolution em 13/11/09.
Alguns conselhos sobre como seduzir um Business Angel a investir no seu projecto:
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« If banks aren’t lending business angels are but the question is how do you get this type of funding? Risk is a word that flashes into the mind of every financier picking up a new financial proposal. The more self-sufficient a new company is the higher the shares will be valued and the more confident a funder will be and in turn the more leverage you are going to have in a valuation negotiation with an Angel or Private Equity investor. |
This will always increase the equity value and put you, the entrepreneur, in a strong position. If you’re making a lot of money don’t run a life style business plough the funds back in.
The economic situation has produced not just a change in attitudes to risk but a change in attitudes to financial returns. Angels are looking for companies that can get to break even on the angel investment itself. They are willing to be more patient. Prior to this recession, Angels invested with the idea that they would finance the company at an early stage, then venture capitalists would step in, at the expansion stage, with a large injection of cash that would take the company to public quotation. Now, Business Angels are prepared to look at a three year stint and sale-back to the owner of their shares. During this time they expect their investment and advice to be building value in the company.»
Artigo completo em Capital Brokers Blog, 13/11/09
Texto de Ricardo Jordão referenciado por Filipe Andrade no seu blog.

«O empreendedorismo não é tão rômantico quanto os livros e palestras sobre empreendedorismo descrevem. Ter o seu próprio negócio, ser dono do seu próprio tempo, ter a responsabilidade de correr atrás do faturamento da sua própria empresa, mandar funcionário embora, pensar nos produtos que você vai vender na sua "lojinha", não são tarefas românticas. O empreendedorismo que os livros e palestras vendem para você não tem nada a ver com a realidade de pagar impostos, contratar e demitir pessoas, liderar um negócio que só vai andar para frente se o dono tiver energia o suficiente para trabalhar 18 horas por dia durante vários anos."
...
"Você NÃO PRECISA fazer faculdade de marca famosa para ser empreendedor. Os livros (desatualizados) são os mesmos na uniban ou na usp. Empreendedorismo depende única e exclusivamente de VOCÊ.
Você quer aprender a nadar? Você tem que pular na água para aprender a nadar! Ninguém aprende a nadar sentado em uma sala de aula ouvindo o Cielo explicar como ele ganhou a medalha de ouro na última Olimpíada."
...
"Todos os dias eu encontro algum empreendedor com vontade de desistir, e "voltar para o mercado". NÃO DESISTA! O problema não é exatamente com você, mas com a flexibilidade que você precisa ter para abandonar as suas convicções para se alinhar ao mercado sem vender a sua própria alma. A vida de empreendedor não é mole. Financeiramente falando, as vezes você não terá dinheiro para comer uma pizza sequer, e as vezes você terá dinheiro para comprar uma rede de pizzarias.
Essa é a vida do empreendedor. Altos e baixos em todos os sentidos. Uma montanha russa que pode te transformar em um ser humano melhor, e não apenas em um melhor profissional. Quem passa pela experiência de empreender, e sobrevive, se transforma em um melhor pai, filho, amigo, marido ou esposa, neto, amante e o caramba a quatro.
Resista. Resista. Resista.»
O número 56 da Newsletter do grupo Gesbanha é totalmente dedicada ao XI Encontro Gesventure.
Destaco o programa e os oradores que irão participar nos 4 painéis ao longo do dia 19 de Novembro.
Pode consultar a Newsletter n.56 no seguinte link
Programa
Boas Vindas
9:00 » Francisco Banha, Presidente da Gesventure
Abertura
9:15 » Luís Filipe Costa, Presidente do IAPMEI
9:30
Análise Prospectiva da Economia Portuguesa
Eduardo Catroga, Professor e Ex-Ministro
Comentadores:
João Duque, Presidente do ISEG e Professor catedrático
João Carvalho das Neves, Professor Catedrático do ISEG
Moderador:
Miguel Avillez Pereira, co-Fundador e Partner da Abreu Advogados
11:00 » Coffee-Break
11:15
Equity Gap - Mito ou Realidade
Nuno Miranda, Administrador da ASK
Francisco Banha, Presidente da Direcção da FNABA
Roberto Gili, Presidente da Alta Partners
Gonçalo Quadros, CEO da Critical Software
Marta Monteiro, Consultora do Programa BizSparks da Microsoft Portugal
Moderador:
António Jorge Costa, Administrador da AICEP Capital Global
13:00 » Almoço Livre
14:30
Internacionalização - Rede Translink
Pedro Renner, Senior Partner, B.A.M&A (São Paulo, Buenos Aires, Cidade do México, Bogotá, Montevideu)
Rohit Berry, Partner, BMR Advisers (Nova Delhi e Mumbai)
Tero Nummenpää, Partner, Finantec (Helsínquia)
Moderador:
Rui Moreira de Carvalho, especialista em internacionalização
16:00
Internacionalização de Empresas Portuguesas
João Miranda, Presidente da Frulact
Joaquim Menezes, Presidente da IberoMoldes
José Basílio Simões, Presidente da ISA
João Brazão, Presidente da Promosoft
Moderador:
António Gaspar, Administrador SPGM
18:00
Encerramento do XI Encontro Gesventure

Informa-se que foi aprovado, pela Lei n.º 110/2009, de 16 de Setembro, o Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social, que entra em vigor a partir de 1 de Janeiro de 2010 e que introduziu alterações significativas às normas vigentes, de entre as quais se salientam as seguintes:
a) A entrega das declarações de remunerações deve ser efectuada até ao dia 10 do mês seguinte àquele a que as mesmas digam respeito, conforme o previsto no artigo 40.º;
b) Todas as entidades empregadoras, à excepção das Pessoas Singulares com apenas 1 trabalhador ao seu serviço, são obrigadas, a partir de 1 de Fevereiro de 2010, a entregar a Declaração de Remunerações, referente ao mês de Janeiro, através da Internet (DRI ou DR On-line), no sítio www.seg-social.pt, de acordo com o estipulado no artigo 41.º;
c) As contribuições e quotizações devem ser pagas entre o dia 10 e o dia 20 do mês seguinte àquele a que digam respeito, em conformidade com o estabelecido no artigo 43.º.
Mais se esclarece que, prevendo o art.º 3.º da Lei em análise, a diferenciação da taxa contributiva a cargo da entidade empregadora em função da modalidade de contrato de trabalho estabelecida com os trabalhadores ao seu serviço, a qual será aplicada a partir de Janeiro de 2011, torna-se necessário adaptar o Sistema de Informação da Segurança Social com vista ao controlo automático dessas situações.
Assim sendo, será disponibilizada, no início de Outubro de 2010, no referido sítio da Internet, uma funcionalidade, para que as entidades empregadoras procedam à comunicação da informação sobre os contratos de trabalho existentes, no prazo de 30 dias a contar da data da sua disponibilização, sob pena, se não o fizerem, de lhes vir a ser aplicada, a taxa contributiva mais elevada em relação aos respectivos trabalhadores.
Fonte: Instituto da Segurança Social, IP
A Translink é uma prestigiada rede financeira internacional especializada em operações de M&A. Nasceu na Suiça no ano de 1972 e uma das empresas de que sou CEO, a Gesventure, é membro da Translink há cerca de um ano.
A Translink possui membros de todo o mundo e realiza bi-anualmente um encontro interno, na Primavera e no Outono.
Tenho imenso prazer em anunciar que o Encontro Translink de Outono se realizará em Lisboa, sendo que muitos dos participantes estarão igualmente no Encontro Gesventure, alguns até como oradores nos painéis sobre Internacionalização.
Partilho a fotografia de grupo, que tirámos na Holanda na passada Primavera (à esquerda)
Saiba mais em www.translink-int.com
Define-se como um “jornal colaborativo sobre a vida em tempo real” e é a mais recente aplicação online portuguesa.
O Diário 2 é um projecto que tem o português como língua principal, apesar de não possuir fronteiras geográficas. Coordenado pelo jornalista e especialista em novas tecnologias Paulo Querido- o utilizador do Twitter com mais seguidores em Portugal- o Diário 2 constitui o passo seguinte do sucesso do Twitter em Portugal.
Nas palavras de Paulo Querido, o Diário 2 “será menos blogue, menos opinativo, e mais informativo. Não partimos do zero”. Conta com uma equipa de 10 colaboradores.
Este projecto tem como finalidade a comunicação sobre “a vida em tempo real”, “a vida online” e a realidade das redes sociais em português- em Portugal, no Brasil e nos países luso-africanos.
A fonte de rendimentos do Diário 2 será a publicidade e Paulo Querido tem em mente cobrar honorários pela consulta de artigos especializados, bem como vender informação para outras publicações, constituindo um network de parcerias no médio prazo.
Visite: http://diario2.com/
A prestigiada Escola de Negócios ITAE, de Espanha, convidou-me para ser orador no Fórum “Liderazo Directivo: desarrollo de equipos y organizaciones- Qué liderazgo necessitamos?”.
Este Fórum sobre liderança vai-se realizar no próximo dia 11 de Novembro, com início marcado às 17h. Além da minha presença, este Fórum contará com o Dr. António Garcia Salas, Director do ITAE; com o Dr. Ricardo Hernazndéz Mogollón, Professor catedrático e com o Dr. Jose Antonio Carazo Muriel, Director de revistas e do “Salón Capital Humano”. O moderador será o Dr. Manuel Campo Vidal, Director do Instituto de Comunicación Empresarial.
Para mais informações: http://www.itae.es/
Contacte-me directamente ou adicione-me à sua rede de contactos do Linked In através do seguinte e-mail: fbanha@gesbanha.pt
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